Sábado, Junho 02, 2012


Um pouco da realidade do fascista país cuba, governada por fascistas comunistas, assassinos do povo e dos sonhos do povo. Cuidado brasil, aqui os petistas representam o pior fascismo vermelho do seculo 21. brasil de esquerda jamais.
ronaldo braga


La Prostitución de Menores en Cuba. Una La Prostitución de Menores en Cuba. Una denuncia 2





Sexta-feira, Junho 01, 2012



 Critica ao livro do poeta Linaldo Guedes Metáforas para um duelo no sertão, publicado pela editora Patuá.



DUELO E LINGUAGEM NO SERTÃO QUE SONHA O MAR

André Ricardo Aguiar


Não se deve ter medo de abrir um livro, ainda mais este artefato estranho: o livro de poemas. Por extensão, não se deve sugerir aqui que o poeta fala uma linguagem tão cifrada, nem aérea demais, nem abaixo da terra, das raízes intercambiáveis só para os acadêrmicos. Não, poesia ainda é comunicação. Claro, linguagem elevada ao potencial máximo de expressão, musicalidade, ritmo, estas geografias contam muito. Mas não é só isso. Poesia é sortílégio, cabala, runa. Poesia é tempo, memória, dimensão familiar e arquétipa. E o poeta, um homem qualquer que também ama, sofre, descobre, analisa, perfura, voa. O projeto de Linaldo Guedes na feitura deste seu Metáforas para um duelo no sertão, publicado pela editora Patuá é um apanhado de peças que traçam sua genealogia à maneira de um mestre do entalhe: quer gravar na madeira, no chão e na pedra sua odisséia particular pela família. A palavra “sertão”, no entanto, expande seu sentido em várias rotas: a do matuto preso à paisagem de origem, do retirante que vai em busca de outras fontes, outro modos de viver e a do ser duplo, campo e cidade, que olha a tudo com espanto e com competência no artesanato de viver, sobreviver.

Linaldo Guedes tem uma obra que acompanha um ciclo já muitas vezes apontado como recorrente em poetas inquietos. Parte de um ponto de aproximação com a sua voz, ao estabelecer, no seu primeiro livro Os zumbis também escutam blues (1998), a procura de seu labirinto de referências culturais, existenciais. Em seguida, publica Intervalo Lírico (2005), mais consciente dos caminhos e criando novas possiblidades, agora com uma mirada mais coesa, de temário amoroso, mas sem regras, criando aqui e ali pontos exteriores.

Agora, com o mais recente trabalho, como que faz uma súmula de suas linhas mais pessoais, Linaldo coloca seus artefatos líricos em várias direções: a terra (e o exílio dela), a herança familiar, os temas amorosos, sua visão de mundo, tudo isto compondo um painel sincero e de espanto, um espanto múltiplo onde a linguagem parece se mover com uma  liberdade consciente do caminhante. Em outros casos, adota um rigor, ma non troppo. Em todo caso, é um composto de muitas influências permeado de ironias, irreverências, provocações. Ecos de boitempo com alguma poesia drummonianos. O registro lírico pode nos dar peças como 2 velhos:

sentados
na calçada

jogam conversa fora

é fim de tarde!

e às vezes
só querem jogar olhares fora

(o silêncio fala
sobre a vida que já veio)


Linaldo Guedes é um poeta boêmio, um companheiro que numa mesa pode ser visto com Vinícius e Bandeira entre copos. O flagrante não destoa, porque ele faz um uso afetivo do verso livre como um telescópio manso, impregnando sua poesia de um olhar de viés: ele vê por sugestão e alumbramento aquela zona magoada da memória, onde poucos arriscam. Não tem medo de soar naif, nem antiquado. Sentimos como se litoral e sertão estivessem ali, na linguagem, ora abertura, amplidão, ora fechamento, foco, o flagrante da intimidade devassado pelo olhar pouco inocente do exilado, do livre-pensador, do desiludido que voltou a descobrir a felicidade das coisas simples, urbanas ou não.

O motivo amoroso é reincidente, como aponta no prefácio o poeta Antônio Mariano. Lubricidade e malícia. Arroubos, paixões: “Amor quando chega / não faz toc toc toc / /  simplesmente derruba a porta / invade nossa aorta”.  Há um bom apanhado de poemas deste calibre, muitos com imagens que reforçam as motivações que o poeta persegue mesmo com os riscos do lugar comum. Coisa que é herança que nenhum abismo intertextual há de negar. Poesia é ponte elevadiça.

  Metáforas para um duelo no sertão indica caminhos possíveis. Aliás, depois de uma lacuna de muitos anos, a centena e uns quebrados de poemas dá a sensação de testamento e resgate. Ou a marca que não sai:

“sou um homem marcado

marcado para doer

gado preso no curral
quando não, abatido

comendo Baudelaire
na erva daninha do meu capim”


Poesia de miradas, feixe de caminhos, sertão e mar. O poeta Linaldo Guedes resiste assim, fingindo o tempo em que acredita e por ele transformado. Todo lugar, acidentado ou plano, é terra fértil para a linguagem. Quem tem sua lavoura que a produza e faça dela o melhor uso. Este já a fez.

(Texto publicado no jornal Contraponto, de João Pessoa, edição de 01 de junho de 2012. André Ricardo Aguiar é poeta paraibano)

Em tempo: O livro Metáforas para um duelo no sertão, de Linaldo Guedes, pode ser adquirido no site da editora: www.editorapatua.com.br

Domingo, Maio 27, 2012


Mississippi John Hurt - The Ballad Of Stagger Lee






Revista: ministro do

 STF 

revela que Lula 

propôs troca de favores 
27 de maio de 2012  08h47  atualizado às 08h54


Há cerca de um mês, o ex-presidente Lula procurou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, para tentar adiar o julgamento do mensalão. O encontro ocorreu em Brasília, no escritório de advocacia do ex-presidente do STF e ex-ministro da Justiça, Nelson Jobim, amigo comum dos dois. Em troca da ajuda, Mendes ganharia proteção na CPI que investiga as relações de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários. As informações foram publicadas na revista Veja .
No encontro, Lula teria citado uma viagem a Berlim em que Mendes se encontrou com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), hoje investigado por suas ligações com Cachoeira. Revelando ter ficado perplexo com o comportamento e as insinuações do petista, Mendes disse que não tem motivo para preocupação com as investigações e que o ex-presidente poderia "ir fundo na CPI". A tentativa do ex-presidente faria parte de uma estratégia para aumentar a pressão sobre o STF. Se o julgamento for adiado, muitos crimes seriam prescritos.
O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.
No relatório da denúncia, o ministro Joaquim Barbosa apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.
Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.
O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson.
Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e do irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.
Carlinhos Cachoeira 
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.
Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.
Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$ 3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.
Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o PSOL representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.
O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir ouros políticos, agentes públicos e empresas.
Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria. O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.

Segunda-feira, Maio 14, 2012

bandidagem legalizada


A cara de pau de Dilma assusta e nos remete ao fascismo. Todo ano eleitoral o PT lança um pacote para acabar com a miséria eu estou a desconfiar de alguma errada nestes lançamentos:
Primeiro o lula tinha acabado com a miséria depois veio a Dilma e na sua estreia como marionete do capital internacional prometera acabar de vez com a pobreza extrema e agora dois anos depois de forma espetacular descobre que a quinta economia do mundo ainda tem redutos de miseraveis, que ela o poste, ou a marionete numa incansável busca patriótica os descobre e por ser ano eleitoral lança pacote e promete acabar de vez com essa raça que de uma forma ou de outra a sua própria existência é contra o PT , contaminando um brasil classe media e sem educação e nem saúde e nem comida digna de um alma humana. 
O que na rasteira acontece é um cinismo de bandido brincando com a miséria alheia, todo ano eleitoral o PT se torna o caçador de miseraveis em busca de votos e de enganação;
PT:
bandidagem legalizada


ronaldo braga

Segunda-feira, Maio 07, 2012

O Meu País - Zé Ramalho

 Aqui devemos aprender a verdade das mentiras vermelhas.




Quarta-feira, Maio 02, 2012